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Polícia Civil prende suspeitos e elucida homicídio de mulher morta a tiros em Sooretama

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A Polícia Civil do Espírito Santo avançou nas investigações sobre o assassinato de Jaqueline de Jesus Santos Vieira, de 29 anos, morta a tiros em Sooretama, no Norte do Espírito Santo. O crime aconteceu na manhã de 16 de julho de 2026, no Centro da cidade, e, segundo as investigações, teria sido motivado por um conflito familiar e uma possível vingança.

Jaqueline foi assassinada com diversos disparos de arma de fogo por volta das 7h. O crime ocorreu na presença de uma filha menor de idade da vítima.

As investigações foram conduzidas por policiais civis da Delegacia de Polícia de Sooretama, vinculada à Delegacia Regional de Linhares e à Superintendência de Polícia Norte. Ao longo das diligências, os investigadores identificaram os envolvidos e chegaram a dois suspeitos que já foram presos.

Primeiro suspeito foi preso após ameaçar testemunhas

O primeiro investigado preso foi Jean Carlos Paulo Ouvidio, de 30 anos. A prisão ocorreu em 29 de julho, no bairro Aeroporto, em Nova Venécia, durante uma operação integrada que contou com a participação de policiais Civis de Sooretama, Linhares e Nova Venécia, além da Polícia Militar.

Segundo a Polícia Civil, Jean Carlos foi localizado e preso por estar ameaçando testemunhas relacionadas à investigação do homicídio.

Após a prisão, ele foi encaminhado ao sistema carcerário, onde permanece à disposição da Justiça.

Segundo suspeito é apontado como autor dos disparos

O segundo preso é David Gilmour Paulo de Jesus, de 22 anos, conhecido pelos apelidos de "Pink Floyd" ou "Bolacha".

Ele foi localizado e preso pela Polícia Militar de São Mateus no dia 8 de agosto, no bairro Guriri. Contra David havia um mandado de prisão em aberto.

De acordo com as investigações da Polícia Civil, David é apontado como o autor dos disparos que mataram Jaqueline.

Crime teria sido motivado por vingança

As diligências realizadas pelos investigadores apontaram que o assassinato teria sido praticado em razão de um atrito familiar, caracterizando, segundo a linha de investigação, um crime motivado por vingança.

A Polícia Civil continua apurando o caso para esclarecer completamente as circunstâncias do homicídio, identificar a participação de cada envolvido e verificar se outras pessoas tiveram algum tipo de envolvimento na execução ou na motivação do crime.

Os dois suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional e deverão ser interrogados pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

Apesar das prisões e dos avanços obtidos na apuração, a investigação ainda não foi encerrada. A Polícia Civil mantém as diligências para reunir novos elementos e concluir o inquérito.