Meio Ambiente

Engenharia Florestal a serviço da produtividade e da sustentabilidade na Suzano

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Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, tem investido fortemente para alcançar os mais altos níveis de tecnologia em suas atividades de produção, norteada pela inovabilidade, conceito que une sustentabilidade e inovação. Desde que começou a cultivar eucalipto, a empresa já multiplicou em pelo menos quatro vezes a produtividade dos plantios florestais, garantindo ainda a conservação da biodiversidade, do solo e dos recursos naturais, em suas áreas de atuação.

 

Por trás desse avanço estão os Engenheiros Florestais, que exercem um papel fundamental na cadeia produtiva, ao desenvolver soluções e conhecimentos aplicados para o aproveitamento sustentável dos recursos, buscando o equilíbrio entre produção e conservação do ecossistema.  O ganho de produtividade foi fundamental para transformar o país no principal produtor de celulose de eucalipto, com custos competitivos e a maior produtividade florestal do mundo.

 

O processo está fundamentado na sustentabilidade em cada etapa. "Ser sustentável no uso dos recursos naturais é uma necessidade do negócio florestal. E isso tem sido alcançado quando observamos aumento de produtividade no entorno das atuais fábricas de celulose, sendo que em algumas áreas já estamos no quinto ciclo de plantio. Estamos também trabalhando fortemente em uma meta de longo prazo sobre água na florestal, de forma a garantir a conservação deste recurso natural e melhorar o seu compartilhamento com as demais partes interessadas", observa Reginaldo Gonçalves Mafia, gerente executivo de Tecnologia em Manejo Florestal da Suzano.

 

Ele destaca ainda que por meio do trabalho e dedicação de vários engenheiros florestais foi possível desenvolver a clonagem do eucalipto em larga escala, um marco tecnológico histórico da empresa, primordial para permitir o cruzamento, a seleção e a multiplicação de indivíduos superiores criando condições técnicas para o melhoramento genético. "Além disso, melhores práticas de manejo têm sido aplicadas para alcançar alta produtividade, mas com custo competitivo e redução dos riscos. Na área ambiental, merecem destaque as formas mais eficientes de promover a restauração das florestas nativas, aumentar a conservação dos recursos hídricos e da biodiversidade", aponta Reginaldo.

 

Há quatro anos na Suzano, Talyta Galafassi Zarpelon faz parte da equipe de engenheiros florestais do Centro de Tecnologia, atuando na área de Sanidade e Proteção Florestal. É responsável por desenvolver soluções de manejo integrado de doenças, além de coordenar um moderno laboratório de produção de inimigos naturais utilizados no controle biológico de pragas do eucalipto.

 

"A pesquisa anda lado a lado com a tecnologia, sendo primordial para melhorar processos como o de monitoramento de pragas e doenças, entender suas dinâmicas e realizar o manejo integrado. A integração entre as diferentes equipes de trabalho tem sido fundamental para transformar os resultados em ações que refletem no cuidado com a floresta em tempo real", conta a engenheira.

 

Ela enfatiza que é preciso gostar do contato com o campo e, principalmente, atuar com energia. "Aqui na Suzano podemos exercer isso diariamente, sempre alinhados com os Direcionadores de Cultura, dentre eles o de Gerar e Compartilhar Valor. Pensamos e agimos grande, evoluímos com agilidade, além da construção e compartilhamento do sucesso", conclui.

 

Considerada uma carreira tradicional, a Engenharia Florestal requer um profissional dedicado e atento para a aceleração da tecnologia. Na formação acadêmica, por exemplo, é importante aliar o aprendizado de disciplinas convencionais às novas formas de analisar e encontrar soluções. "Portanto, os conhecimentos sobre Bigdata, Analytics, IoT, Machine learning, entre tantas outras, não podem ser novidades para o atual Engenheiro Florestal”, aconselha o gerente executivo de Tecnologia em Manejo Florestal da Suzano.